A nova fronteira

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-rococoDICA DO AMIGO REVISOR: A nova fronteira.

Quando o bebê começa a andar, a gente acha o máximo. E é tão de repente, né. Primeiro a criança me aparece com aqueles rolamentos de urso panda; em seguida, sai engatinhando pela casa como se tivesse rodinhas; por fim, quando menos se espera, já tá de pé, e ligeira, e cheia de curiosidade pra explorar os ambientes.

Quando compramos os móveis da casa, infelizmente não levamos em conta a Milena. Está tudo ao alcance dela: o rack com os videogames, as prateleiras de filmes e jogos, as estantes de livros e histórias em quadrinhos. Outro dia encontrei a página de um livro rasgada e me lembrei daquele pedacinho de papel que vi na mãozinha da guria semanas antes. Doeu, viu. A próxima etapa da exploração tem se desenrolado verticalmente, pro nosso desespero: a Milena vive tentando subir nos móveis. Já sobe e desce do sofá, das cadeiras, da cama… O alvo agora é o rack. E ela é perseverante, viu;

mesmo percebendo que não vai conseguir escalar o móvel, ela ergue a perninha ao máximo pra depois dar um tempo, na maior frustração. Mas, claro, quando a gente vai ver, tá lá a garota de novo. Os móveis na casa da vovó têm sido o alvo preferido da Milena: a mesinha de centro com tampa de vidro e o rack, que a minha sogra enche de bonecas pra impedir que a guria tente subir. Mas ela tenta, obviamente, e é aquele corre-corre pra tirar os porta-retratos do alcance dela, afastar o telefone, retirar os bibelôs, esconder os controles remotos… E a minha sogra às vezes diz pra Milena (na verdade, dizendo pra mim): “Milena, não sobe aí, seu pai vai ter que pagar o que você quebrar”, rs.

Eu ia dar uma dica, mas não tem dica. É ficar de olho no bebê e torcer pro prejuízo ser pequeno…

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