Hora de mimir… pra quem?

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-3-da-madrugaDica do Amigo Revisor: Bêbado… de sono.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOutro dia estava aqui na frente do computador fazendo o meu serão de sempre (corrigindo os textos da Família Pipipum) e me deu um baita sono. Mas um baita sono. Eu me peguei lendo a mesma linha de texto duas, três, quatro vezes, mas não conseguia entender do que se tratava. Em algum momento me distraí e, quando percebi, havia escrito daslkgsdfasdh~lgsaf. Tomei um susto: eu havia cochilado enquanto digitava. Ou seja, deu a minha hora e eu tava lá, lutando pra permanecer desperto, mas não dava mais, pessoal. Achei melhor marcar o texto e ir dormir, pra prevenir “acidentes”.

Mas o bebê acha melhor ficar acordado. Sempre vai achar. E dormir que nada: agora que ficou de pé e consegue andar direitinho, a Milena não quer outra vida. E chega um momento do dia em que ela começa a dizer “Rua, RUA”, e a gente diz “Dormir, DORMIR”. Ela quer mais é correr por aí. Ontem mesmo estava perturbando pra dar uma volta, mas (além do tempo ruim, muito frio e chuva) era indisfarçável aquela vontade cada vez mais irresistível de fechar os olhos (e, com sorte — NOSSA sorte –, só acordar no dia seguinte). Mas ela resistia. Sempre resiste. Quando o sono aperta, ela começa a trocar os pés, se apoiar nos móveis e, vez ou outra, cair sentada. “Vamos DORMIR”, a mãe dizia, “você tá com sono, garota”, e pegava a guria no colo, mas COMO a Milena se debatia, meus amigos, parecia querer fugir da cadeira de um dentista açougueiro.

Mas o bebê tem que dormir, pro papai e a mamãe também conseguirem dormir mais tarde. Por mais que a criança insista em ficar acordada, “brigando” com o sono, é importante que durma na hora certa. Da mesma forma que não é bom dormir cedo demais, tarde demais também obriga os pais a continuarem acordados, além de alertas com os “perigos de colisão”: ontem a Milena deu uma trombada no rack da casa da vovó que fez a gente quase enfartar de susto. Ou seja, essa insistência acaba desregulando o sono de todo mundo — e, eventualmente, causando alguns hematomas…

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A nova fronteira

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-rococoDICA DO AMIGO REVISOR: A nova fronteira.

Quando o bebê começa a andar, a gente acha o máximo. E é tão de repente, né. Primeiro a criança me aparece com aqueles rolamentos de urso panda; em seguida, sai engatinhando pela casa como se tivesse rodinhas; por fim, quando menos se espera, já tá de pé, e ligeira, e cheia de curiosidade pra explorar os ambientes.

Quando compramos os móveis da casa, infelizmente não levamos em conta a Milena. Está tudo ao alcance dela: o rack com os videogames, as prateleiras de filmes e jogos, as estantes de livros e histórias em quadrinhos. Outro dia encontrei a página de um livro rasgada e me lembrei daquele pedacinho de papel que vi na mãozinha da guria semanas antes. Doeu, viu. A próxima etapa da exploração tem se desenrolado verticalmente, pro nosso desespero: a Milena vive tentando subir nos móveis. Já sobe e desce do sofá, das cadeiras, da cama… O alvo agora é o rack. E ela é perseverante, viu;

mesmo percebendo que não vai conseguir escalar o móvel, ela ergue a perninha ao máximo pra depois dar um tempo, na maior frustração. Mas, claro, quando a gente vai ver, tá lá a garota de novo. Os móveis na casa da vovó têm sido o alvo preferido da Milena: a mesinha de centro com tampa de vidro e o rack, que a minha sogra enche de bonecas pra impedir que a guria tente subir. Mas ela tenta, obviamente, e é aquele corre-corre pra tirar os porta-retratos do alcance dela, afastar o telefone, retirar os bibelôs, esconder os controles remotos… E a minha sogra às vezes diz pra Milena (na verdade, dizendo pra mim): “Milena, não sobe aí, seu pai vai ter que pagar o que você quebrar”, rs.

Eu ia dar uma dica, mas não tem dica. É ficar de olho no bebê e torcer pro prejuízo ser pequeno…

PS: Ainda não comprou o presente para o dia dos pais? Que tal uma caneca Pipipum?

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Brinquedos favoritos

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Dica do Amigo Revisor: Herança divertida.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOntem entrei numa loja de brinquedos pra ver as modas (pra Milena e pra mim, confesso). Fiquei assustado, e não foi só com os preços, não. Havia coisas bem legais (e caras à beça), mas, em geral, brincavam sozinhas ou eram, digamos, sexistas. Eu explico: havia um conjuntinho de pá, vassoura, balde e demais acessórios pra uma boa faxina, tudo em escala pra vocês aí, papais e mamães de meninas, já irem criando uma boa dona de casa. Lamentável. Não sei o que é pior: as armas de brinquedo ou essas mensagens subliminares de gênero pros nossos filhos.

Mas estou viajando. Voltando ao assunto, não posso reclamar dos brinquedos “que brincam sozinhos”. Não sou tão velho assim, pessoal, tive muita coisa que acendia luzinha, falava, andava e eu só precisava ficar ali, olhando, além de torcendo, claro, pra pilha demorar a acabar. Porque pra fazer meus pais comprarem pilha era um martírio. Curiosamente, esses brinquedos não “sobreviveram” para serem herdados pela Milena. A maioria eu quebrei, abrindo pra ver como funciona ou pra “montar” outros brinquedos, que, aliás, ficavam sempre bem legais.

Alguns, no entanto, guardei com carinho (como fiz com os meus livrinhos de criança, que eram do meu pai). Uns bonequinhos de que eu gostava muito, como um Playmobil que batizei de “Paulinho”, e um carrinho de plástico “tunado” com papelão e que eu chamava de DeLorean. Mas, curiosamente, depois de velho eu acabei adquirindo muita quinquilharia nerd que, gosto de pensar, a Milena vai adorar, como os capacetes do Darth Vader e as miniaturas da DC Comics (tenho caixas e caixas desses troços). Eu compro, admiro, boto na estante e viajo aqui na maionese, fantasiando como vai ser o dia em que eu entregar essas coisas pra Milena. E penso como foi o dia em que o meu pai desceu aquela caixa enorme de cima do armário e foi tirando tanta coisa legal pra mim que eu mal pude acreditar na minha sorte: era como se houvesse um tesouro ali o tempo todo só esperando eu crescer um pouquinho…

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Bebê Cabeludo

bebe cabeludo

Dica do Amigo Revisor: Bebê Cabeludo

revisor amigo dos pais de primeira viagemMinha mãe adorava contar estórias de quando eu era criança. Eu, pequenino, ouvia com a maior atenção. Um dia, enquanto temperava o feijão, ela me disse:

– Se eu não tivesse visto você saindo de mim não acreditaria que era meu filho. Parecia um alemão. Todo enrugado e muito, muito cabeludo.

A Milena também nasceu cabeluda. Parecia uma moitinha. Mas bebê é um negócio engraçado, né: de repente, tava que nem uma bolinha de bilhar, porque o cabelo caiu todinho. (A pele também começa a “descamar”, como se a criança estivesse “trocando de pele”.)

Durante um tempão, ela ficou carequinha, carequinha. Eu dizia “ô garoto, vem cá”, porque, na boa, parecia um molecote. Mas, como vocês aí, papais e mamães, já tão carecas de saber (foi mal, não resisti ao trocadilho), quando a gente menos espera a criança já deu um salto no desenvolvimento. Falamos aqui em outras ocasiões sobre as unhas, que crescem rapidamente (a Bia e a Milena parecem animaizinhos belicosos, com suas garrinhas); sobre os dentinhos, que estouram feito pipoca nas boquinhas banguelas; e agora, meus amigos, enfim, HAJA CABELO.

A Milena tá linda, viu. Tem até mullets agora, rs. Reparte o cabelo do lado direito e ostenta uma baita franjona. Mas pergunta se ela curte. Vive afastando a “peruquinha” do rosto, detesta quando a gente mexe, mas acha gozado quando a despenteamos só de farra. Mas já notamos que ela de fato se sente incomodada com o cabelo caindo na nuca, que coça bastante.

Mas se ela não tá bem com a cabeleira, a gente tem de ficar atento. Se o seu bebê também se incomoda com o novo penteado, fique de olho pra ver se ele se coça muito ou fica puxando os cabelos. Ele pode se machucar. Nos dias de calor, passamos um pouco de talco ou um creminho na nuca, pra não irritar a pele. Obviamente, consultem o pediatra para que ele oriente vocês sobre a melhor maneira de fazer seu bebê se sentir à vontade com o novo visual.

E força na peruca!

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Sapatinho novo

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-amamentacao-sapatinho-novoDica do Amigo Revisor: No Sapatinho

revisor amigo dos pais de primeira viagemComprar roupinha pro bebê é bem punk, viu. Cê fica naquela dúvida danada sobre o que vai servir ou não, por quanto tempo a roupinha vai caber, se ele não vai se sentir incomodado… É tanta neura que, confessem aí, vai, a gente nem para pra pensar em outra importante peça do vestuário da gurizada: os sapatinhos.

Eu mesmo mal sei direito quanto calço: ainda não entendi se é 42-43, 43-44, sei lá. É sério. Acho que depende do calçado ou de quanto o papai aqui estiver pesando (uma variável que sempre oscila pra cima, infelizmente).

Um amigo meu presenteou a Milena, há quase um ano, com um tênis lindeza, muito bacana. Mas que eu não faço ideia de quando ela poderá calçar, porque a menina tinha acabado de nascer. Pior: toda semana eu penso “poxa vida, e se ela perder o calçado? e se não couber quando eu tentar botar o tênis no pezinho dela?”. Em seguida, penso “cara, como assim eu não paro de pensar nisso?”. Questões peculiares da paternidade.

Imagino que essa preocupação com o vestuário das crianças seja uma aflição pra todos os pais que se prezem. Até para repassar as roupinhas para amigos e conhecidos, quando não estiverem mais servindo nos nossos filhos (eles crescem, e crescem rápido, vão por mim). Essa preocupação com o calçado é mais do que válida, porque o sapatinho pode até servir, mas também incomodar o pezinho.

Então, quando estiver dando aquela guaribada no guarda-roupas do bebê, dê uma atenção especial à sapateira. Experimente nas crianças todos os calçados, mesmo aqueles que você tem certeza que cabem. Vai por mim: cês já gastam a maior grana com tanta coisa pro bebê que uma economia desse tipo vem bem a calhar.

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