O sogrão

o sogrão

Dica da mamãe: menos é mais!

mamãe de primeira viagemRecentemente estávamos meio sumidos porque fomos visitar a minha família no Amapá(sim, sou amapaense!rs) e como todo genro, o papai tentou agradar o sogrão de todas as formas: bebidas, pratos especiais, papos interessantes, presentes…

O sogrão tem fama de durão, mas não é por menos, sempre trabalhou muito para sustentar a grande família! Quatro filhas e mais 3 enteados não é fácil não!

Mas o melhor presente que o papai pode dar foi ter levado a Bia para ele conhecer! Aí acertou em cheio!

Para quem não sorria muito, o sogrão parecia outra pessoa! Se animou até a nadar no rio com a netinha que por sinal se divertiu muito!

Faziam dois anos que não ia para lá.
Fomos recebidos com festa! Comi tanto que voltei mais “fofinha”. Foi muito gostoso visitar irmãs, avós, tios, primos e amigos. Fui matar a saudade e voltei com mais ainda!

Cada um ficou com um pedacinho do nosso coração!💚💙💛

Aguarde que em breve faremos alguns posts sobre a viagem ao Amapá!
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Vovô

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-amamentacao-vovo-malucoA Bia tem um vovô maluco que usa um belo cavanhaque. Um dia, ele foi dar um beijo no rostinho dela e a Bia se assustou e chorou (deve ter espetado). Ele ficou muito chateado, mas logo depois ela já estava toda toda com ele. Veja a dica do Amigo Revisor sobre a visita do vovô da Milena.

Dica do Amigo Revisor: Ei, vamos visitar a Milena

revisor amigo dos pais de primeira viagemQuando a gente sai por aí com a Milena, é uma festa. Com aqueles dois dentinhos salientes na parte de baixo, todo mundo quer falar com a guria, mandar beijo, brincar um pouquinho, dar tchau… E ela não sabe pra onde olhar, porque quer ver as pessoas e chamá-las, observar o que está acontecendo. Eu costumo dizer que a minha filha é uma criança “altamente sequestrável” (isola, pessoal, isola): a garota dá trela pra qualquer um, pô. Só falta pular no colo dos outros.

E, claro, com a família não é diferente. Nos fins de semana na casa dos avós maternos ela é a estrela, principalmente quando os padrinhos e a priminha aparecem. Até pra tirar foto ela arreganha aquela boquinha meio banguela e dá uma risada gostosa que nem sei explicar (e, claro, os amigos que estão lendo estas modestas palavras podem imaginar o papai aqui já com os olhos marejados, só suspiros, e eu garanto que é por aí mesmo, viu). Ou seja, com ela não tem tempo ruim.

Sendo tão receptiva, no entanto, a gente não entendeu nada quando ela estranhou o vovô paterno na sua última visita.

A campainha tocou aqui e peguei a Milena no colo pra abrir a porta. Abri só uma frestinha, pra ela olhar quem estava do lado de fora. Ficou muda. O vovô chegou rindo, brincando com ela, mas… a guria ficou bolada, me abraçou e chorou, pra decepção do meu pai. Ele não é um avô ausente, mas não mora muito perto, de modo que as visitas acabam sendo apenas eventuais. Pra limpar a barra dele em relação a isso, aliás, devo dizer que a gente também não o visita muito. De qualquer forma, há outros parentes que nós não vemos com tanta frequência e que a Milena não estranha. Sem falar que eu sou a cara do meu pai (não tão bonito, nem tão esbelto, admito). Então o que houve?

Bem, pra sorte do vovô, e como recompensa por ter vindo de longe e perseverado na corte à neta, conforme a tarde ia avançando, a Milena se mostrou mais atirada e no fim do dia foi no colo do meu pai — rapidinho, mas foi. Brincou um pouquinho com ele, tirou foto, mostrou os dentinhos e, já mais saidinha, desgrudou um pouco de mim. No fim das contas, valeu pela luzinha amarela acesa: tem que ver a Milena com mais frequência, vovô. E, pro papai aqui, o lembrete de que tem que levar a Milena pra ver o vovô mais vezes também. Sobrou mea-culpa pra todo mundo…

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Cineminha

Vida de casadoDica da mamãe: meu chicletinho favorito.

mamãe de primeira viagemTempos atrás, fizemos uma postagem sobre a Bia começar a ficar agarradinha demais comigo… Pois é, a coisa de uns tempos para cá piorou! Hoje o grude é tanto que se vou ao banheiro ela chora. Aquele cineminha então… só se for CineMaterna. Mas, como estamos na semana dos namorados, um encontro a dois iria bem, né?

Concluímos que esse apego todo se deve ao fato de morarmos “só” nós três, eu, papai e ela. Logo, a Bia só tem interação com os parentes e amigos nos fins de semana. O que, convenhamos, não basta pra que ela se sinta segura com outras pessoas além de mim, a mamãe. Essa fase de medo do abandono é gostosa por um lado e muito ruim por outro, pois não consigo mais fazer nada. Meu tempo é quase todo do meu chicletinho favorito, rs.

A dica de hoje é: quando precisar deixar seu “agarradinho” com alguém, vá visitar essa pessoa mais vezes naquela semana. Comece com brincadeiras que incluam você, a criança e a pessoa visitada, para ela se acostumar e saber que pode confiar. Algumas horas depois, você se retira do ambiente e vai repetindo isso até que ele consiga ficar mais tempo sem a sua presença.

Muito importante: não apareça correndo assim que o bebê chorar. Respire fundo e espere um pouco. Às vezes, a cuidadora consegue distraí-lo por mais um tempo. Uma dica para a cuidadora é lembrar que bebês nessa fase são muito curiosos e gostam de novidades. Então use a criatividade!

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