Bebê em fuga

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Dica da mamãe: bebê ligeirinho
mamãe de primeira viagemA troca de fralda sempre foi algo tranquilo para gente. Aquele serzinho paradinho e todo maleável, obediente, às vezes até levantava as perninhas para ajudar. Mas eles crescem.
E agora a troca acontece mais ou menos assim:
  •  Você sente aquele cheirinho de fralda suja e torce para que seja apenas xixi.
  •  A Bia está muito grande, então o trocador já não serve. Agora é na cama mesmo (sorte que a cama é alta).
  • Você põe o bebê, tira a fralda e limpa o bumbum com muita relutância da parte dela.
  • E quando é o número dois? Não tem jeito, direto pro chuveiro!
  • Então, com o bebê limpinho na cama, você se distrai durante um segundo em busca do creme antiassadura. Quando volta pra finalizar o trabalho… Cadê o bebê?
  • Tem um bebê pelado em fuga pela cama.
  • Começa então uma maratona para conseguir passar o creme e colocar a fralda limpa.
Quem ouve os berros acha que estão torturando um bebê.
Ao final de tudo, você está exausta e adivinha só? É apenas a primeira troca de fralda do dia! rs
A dica de hoje é: tenha sempre em mãos algo com que o bebê não brinca muito e deixe com ele na hora de trocar a fralda. Assim você consegue alguns segundos de vantagem.
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Peito de pombo

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-fazendo_birraDica do papai: Peito de pombo.

pai de primeira viagemE não é que aquele pinguinho de gente agora aprendeu a desafiar a gente?

Se não quer mais comer o papá, não está mais afim de brincar com determinado brinquedo, foi impedida de colocar as mãozinhas em um objeto perigoso ou se entediou de ficar esperando para tocar de fralda, ela joga os bracinhos pra trás, empina o peito e faz cara de brava. O olhar é incrivelmente desafiador.

Confesso, não tenho maturidade pra isso. Rs, pois com essa demonstração de desafio, deveria, segundo algumas literaturas educacionais me manter firme, mas inevitavelmente caio na gargalhada…não existe nada mais fofinho do que um neném bravo.

Enfim…ainda não temos uma dica para lidar com isso, mas acreditamos na criação com apego, dar carinho ao invés de um bofetão ou castigo, damos mais afago a ela nestes momentos de tensão, mas tentando se manter firme, pois a criança precisa que sejam impostos alguns limites, para o bem de sua criação.

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Hora de mimir… pra quem?

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-3-da-madrugaDica do Amigo Revisor: Bêbado… de sono.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOutro dia estava aqui na frente do computador fazendo o meu serão de sempre (corrigindo os textos da Família Pipipum) e me deu um baita sono. Mas um baita sono. Eu me peguei lendo a mesma linha de texto duas, três, quatro vezes, mas não conseguia entender do que se tratava. Em algum momento me distraí e, quando percebi, havia escrito daslkgsdfasdh~lgsaf. Tomei um susto: eu havia cochilado enquanto digitava. Ou seja, deu a minha hora e eu tava lá, lutando pra permanecer desperto, mas não dava mais, pessoal. Achei melhor marcar o texto e ir dormir, pra prevenir “acidentes”.

Mas o bebê acha melhor ficar acordado. Sempre vai achar. E dormir que nada: agora que ficou de pé e consegue andar direitinho, a Milena não quer outra vida. E chega um momento do dia em que ela começa a dizer “Rua, RUA”, e a gente diz “Dormir, DORMIR”. Ela quer mais é correr por aí. Ontem mesmo estava perturbando pra dar uma volta, mas (além do tempo ruim, muito frio e chuva) era indisfarçável aquela vontade cada vez mais irresistível de fechar os olhos (e, com sorte — NOSSA sorte –, só acordar no dia seguinte). Mas ela resistia. Sempre resiste. Quando o sono aperta, ela começa a trocar os pés, se apoiar nos móveis e, vez ou outra, cair sentada. “Vamos DORMIR”, a mãe dizia, “você tá com sono, garota”, e pegava a guria no colo, mas COMO a Milena se debatia, meus amigos, parecia querer fugir da cadeira de um dentista açougueiro.

Mas o bebê tem que dormir, pro papai e a mamãe também conseguirem dormir mais tarde. Por mais que a criança insista em ficar acordada, “brigando” com o sono, é importante que durma na hora certa. Da mesma forma que não é bom dormir cedo demais, tarde demais também obriga os pais a continuarem acordados, além de alertas com os “perigos de colisão”: ontem a Milena deu uma trombada no rack da casa da vovó que fez a gente quase enfartar de susto. Ou seja, essa insistência acaba desregulando o sono de todo mundo — e, eventualmente, causando alguns hematomas…

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Papai Bolt

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Dica da mamãe: Vitória diária.

mamãe de primeira viagemQuem assistiu as olimpíadas, viu que foi realmente muito emocionante cada vitória conquistada pelos atletas nas diversas modalidades.

Aqui, em casa de pais de primeira viagem, a mais emocionante das vitórias é na batalha do sono do bebê.

Vai dizer que não?

Cada noite é uma batalha completamente diferente da outra. Quando você pensa que já sabe tudo… BUM! Novo mês, novas regras. Rs.

A dica de hoje é… Paciência, criatividade para criar uma nova rotina todo mês e atenção para as mudanças que acontecem com seu bebê, para que possa perceber quando está hora de mudar.

Mesmo assim a vitória ainda não está garantida, mas o importante é competir. 😉

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Leãozinho

ataque de fúria

Dica da Mamãe: Muita atenção

mamãe de primeira viagemFaz pouco menos de um mês que a Bia, uma bebê tão calminha, começou a ter ataques de fúria. Isso mesmo: fúria. Num momento está brincando toda feliz e um segundo depois parece um leãozinho.

No começo achava bonitinho, mas os ataques foram piorando até que começou a atacar as pessoas: ela morde, arranha, belisca, puxa o cabelo. Meu bebê anjo virou um bebê selvagem. Então comecei a suspeitar que aquilo devia ser algum tipo de aviso e fui procurar saber o que era. Minhas suspeitas se confirmaram.

Há alguma semanas falamos sobre um livro infantil chamado “Tenho monstros na barriga” da autora Tônia Casarin. E me surpreendi como o livro será realmente útil. O livro busca ensinar as crianças a entender seus sentimentos e expressa-los através de palavras.

O que está acontecendo com a Bia é exatamente isso. Ela é invadida por uma onda de sentimentos que vão de sono, fome, cansaço, super estímulo… E não sabe como se expressar, terminando assim num ataque de fúria.

O que fazer nesses casos?

Primeiro, se coloque no lugar do bebê e tente observar a causa do “ataque” que pode ser uma necessidade não atendida como sono. Depois tire-o do ambiente e quando se acalmar, tente explicar o que ele estava sentindo através de palavras. Abrace-o e converse mesmo que aparentemente ele não entenda. Diálogo é sempre o melhor caminho.

Obviamente não é tão simples assim. Exige muita paciência e calma dos pais, pois afinal, ter uma criança é entrar numa grande escola de como ser paciente.

O Paizinho Vírgula também tem um texto legal sobre isso bem aqui.

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