Peito de pombo

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-fazendo_birraDica do papai: Peito de pombo.

pai de primeira viagemE não é que aquele pinguinho de gente agora aprendeu a desafiar a gente?

Se não quer mais comer o papá, não está mais afim de brincar com determinado brinquedo, foi impedida de colocar as mãozinhas em um objeto perigoso ou se entediou de ficar esperando para tocar de fralda, ela joga os bracinhos pra trás, empina o peito e faz cara de brava. O olhar é incrivelmente desafiador.

Confesso, não tenho maturidade pra isso. Rs, pois com essa demonstração de desafio, deveria, segundo algumas literaturas educacionais me manter firme, mas inevitavelmente caio na gargalhada…não existe nada mais fofinho do que um neném bravo.

Enfim…ainda não temos uma dica para lidar com isso, mas acreditamos na criação com apego, dar carinho ao invés de um bofetão ou castigo, damos mais afago a ela nestes momentos de tensão, mas tentando se manter firme, pois a criança precisa que sejam impostos alguns limites, para o bem de sua criação.

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Leãozinho

ataque de fúria

Dica da Mamãe: Muita atenção

mamãe de primeira viagemFaz pouco menos de um mês que a Bia, uma bebê tão calminha, começou a ter ataques de fúria. Isso mesmo: fúria. Num momento está brincando toda feliz e um segundo depois parece um leãozinho.

No começo achava bonitinho, mas os ataques foram piorando até que começou a atacar as pessoas: ela morde, arranha, belisca, puxa o cabelo. Meu bebê anjo virou um bebê selvagem. Então comecei a suspeitar que aquilo devia ser algum tipo de aviso e fui procurar saber o que era. Minhas suspeitas se confirmaram.

Há alguma semanas falamos sobre um livro infantil chamado “Tenho monstros na barriga” da autora Tônia Casarin. E me surpreendi como o livro será realmente útil. O livro busca ensinar as crianças a entender seus sentimentos e expressa-los através de palavras.

O que está acontecendo com a Bia é exatamente isso. Ela é invadida por uma onda de sentimentos que vão de sono, fome, cansaço, super estímulo… E não sabe como se expressar, terminando assim num ataque de fúria.

O que fazer nesses casos?

Primeiro, se coloque no lugar do bebê e tente observar a causa do “ataque” que pode ser uma necessidade não atendida como sono. Depois tire-o do ambiente e quando se acalmar, tente explicar o que ele estava sentindo através de palavras. Abrace-o e converse mesmo que aparentemente ele não entenda. Diálogo é sempre o melhor caminho.

Obviamente não é tão simples assim. Exige muita paciência e calma dos pais, pois afinal, ter uma criança é entrar numa grande escola de como ser paciente.

O Paizinho Vírgula também tem um texto legal sobre isso bem aqui.

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