Bebê atriz

maternidade e paternidade

Dica do papai: Não é não.

pai de primeira viagemDescobrimos recentemente que temos em casa um atriz digna de ganhar um Oscar. Quando ela quer alguma coisa que não achamos apropriado, ela inicia uma atuação de sofrimento que comove a qualquer um.

Chora, grita, faz pose de sofrimento, soluça como se alguém tivesse morrido.

Comovido, você pensa: Só um pouquinho não faz mal! Então, entrega o objeto tão desejado. No mesmo momento um largo sorriso de vitória se abre e você fica se sentindo totalmente manipulado. Um sentimento que mistura orgulho e vergonha. Até eu, que sou mais durão, vivo caindo nessa atuação algumas vezes.

Esta é uma fase em que os bebês começam a testar seus limites: se eu chorar muito, será que consigo o que quero? Consegui! Então vou fazer isso sempre!

Com mais ou menos um ano, o bebê já entende muito o que acontece a sua volta, mesmo que ele ainda não consiga falar propriamente. Então porque não obedece a gente quando dizemos não? Porque ainda está muito entretido com nossas  reações quando faz algo que sabe que não pode. Além do mais dizemos não pra tudo.

E isso faz o peso da palavra diminuir. Então, para valoriza-la melhor, escolha os momentos que são realmente perigosos e com as outras situações, apenas explique ao bebê porque não é muito bom ele fazer isso ou aquilo.

E outra dica é, se algo não for realmente perigoso, deixe o bebê explorar com você por perto, pois eles perdem o interesse muito rápido quando vêem que você permite.

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Hora de mimir… pra quem?

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-3-da-madrugaDica do Amigo Revisor: Bêbado… de sono.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOutro dia estava aqui na frente do computador fazendo o meu serão de sempre (corrigindo os textos da Família Pipipum) e me deu um baita sono. Mas um baita sono. Eu me peguei lendo a mesma linha de texto duas, três, quatro vezes, mas não conseguia entender do que se tratava. Em algum momento me distraí e, quando percebi, havia escrito daslkgsdfasdh~lgsaf. Tomei um susto: eu havia cochilado enquanto digitava. Ou seja, deu a minha hora e eu tava lá, lutando pra permanecer desperto, mas não dava mais, pessoal. Achei melhor marcar o texto e ir dormir, pra prevenir “acidentes”.

Mas o bebê acha melhor ficar acordado. Sempre vai achar. E dormir que nada: agora que ficou de pé e consegue andar direitinho, a Milena não quer outra vida. E chega um momento do dia em que ela começa a dizer “Rua, RUA”, e a gente diz “Dormir, DORMIR”. Ela quer mais é correr por aí. Ontem mesmo estava perturbando pra dar uma volta, mas (além do tempo ruim, muito frio e chuva) era indisfarçável aquela vontade cada vez mais irresistível de fechar os olhos (e, com sorte — NOSSA sorte –, só acordar no dia seguinte). Mas ela resistia. Sempre resiste. Quando o sono aperta, ela começa a trocar os pés, se apoiar nos móveis e, vez ou outra, cair sentada. “Vamos DORMIR”, a mãe dizia, “você tá com sono, garota”, e pegava a guria no colo, mas COMO a Milena se debatia, meus amigos, parecia querer fugir da cadeira de um dentista açougueiro.

Mas o bebê tem que dormir, pro papai e a mamãe também conseguirem dormir mais tarde. Por mais que a criança insista em ficar acordada, “brigando” com o sono, é importante que durma na hora certa. Da mesma forma que não é bom dormir cedo demais, tarde demais também obriga os pais a continuarem acordados, além de alertas com os “perigos de colisão”: ontem a Milena deu uma trombada no rack da casa da vovó que fez a gente quase enfartar de susto. Ou seja, essa insistência acaba desregulando o sono de todo mundo — e, eventualmente, causando alguns hematomas…

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A nova fronteira

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-rococoDICA DO AMIGO REVISOR: A nova fronteira.

Quando o bebê começa a andar, a gente acha o máximo. E é tão de repente, né. Primeiro a criança me aparece com aqueles rolamentos de urso panda; em seguida, sai engatinhando pela casa como se tivesse rodinhas; por fim, quando menos se espera, já tá de pé, e ligeira, e cheia de curiosidade pra explorar os ambientes.

Quando compramos os móveis da casa, infelizmente não levamos em conta a Milena. Está tudo ao alcance dela: o rack com os videogames, as prateleiras de filmes e jogos, as estantes de livros e histórias em quadrinhos. Outro dia encontrei a página de um livro rasgada e me lembrei daquele pedacinho de papel que vi na mãozinha da guria semanas antes. Doeu, viu. A próxima etapa da exploração tem se desenrolado verticalmente, pro nosso desespero: a Milena vive tentando subir nos móveis. Já sobe e desce do sofá, das cadeiras, da cama… O alvo agora é o rack. E ela é perseverante, viu;

mesmo percebendo que não vai conseguir escalar o móvel, ela ergue a perninha ao máximo pra depois dar um tempo, na maior frustração. Mas, claro, quando a gente vai ver, tá lá a garota de novo. Os móveis na casa da vovó têm sido o alvo preferido da Milena: a mesinha de centro com tampa de vidro e o rack, que a minha sogra enche de bonecas pra impedir que a guria tente subir. Mas ela tenta, obviamente, e é aquele corre-corre pra tirar os porta-retratos do alcance dela, afastar o telefone, retirar os bibelôs, esconder os controles remotos… E a minha sogra às vezes diz pra Milena (na verdade, dizendo pra mim): “Milena, não sobe aí, seu pai vai ter que pagar o que você quebrar”, rs.

Eu ia dar uma dica, mas não tem dica. É ficar de olho no bebê e torcer pro prejuízo ser pequeno…

PS: Ainda não comprou o presente para o dia dos pais? Que tal uma caneca Pipipum?

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Calorentos

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-termicaDica da Mamãe: Para eles, quanto mais frio melhor.

mamãe de primeira viagemA gente costuma achar que os bebês, por serem muito delicados, devem estar sempre supercobertos e com muitas peças de roupa na hora de dormir, mas com a Bia não é assim: ela é calorenta como o pai e, se eu deixar, eles dormem todos os dias com o ar-condicionado ligado.

E eu fico sempre morrendo de frio.

Os bebês geralmente choram quando estão com calor devido ao desconforto. Por isso, para saber se o bebê está com frio ou calor, deve-se sentir a temperatura do corpo por baixo da roupa, de forma a verificar se a pele está fria ou quente.

Se o bebê estiver com a barriga, o peito, as costas e o pescoço suados, provavelmente está com calor e, por isso, deve-se retirar uma camada de roupa.
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Cama compartilhada 2

bebê dormindoDica da mamãe: De volta à cama compartilhada

mamãe de primeira viagemQuando a Bia completou 2 meses, começamos a colocá-la para dormir no berço e ficamos aliviados, pois teríamos mais espaço na cama. \o/

No entanto, fiquei paranoica, pensando que o neném podia se engasgar durante o sono, chorar ou se assustar com alguma coisa e eu não conseguir acordar para acudi-lo. Pra completar, não conseguia dormir direito porque eu ficava levantando o tempo todo para ver se a Bia estava bem (e olha que o berço fica ao lado da cama). Mas ainda assim eu mantive o bebê no berço, pois sabia que estava exagerando. E o papai estava dormindo tão bem que eu não queria atrapalhar.

Antes, quando dormíamos juntas, com poucos sinais, como um gemido, por exemplo, eu já percebia que estava na hora de ela mamar. No fim, eu nem me lembrava de ter amamentado durante a noite e acordava bem descansada. Mas, com a Bia dormindo no berço, ela chorava por não achar o peito. Assim, eu acordava, ela mamava e voltava para o berço. Só que começou a acontecer algo que piorou tudo: a Bia voltava para o berço, mas já estava totalmente desperta e demorava pra dormir de novo. Eu trocava a fralda, ninava, dava de mamar e o que antes levava 5 minutos passou a levar 1 hora. Resultado: no dia seguinte, eu acordava um trapo.

Então eu parei e pensei: pra que isso?

“Bia, volta pra cama compartilhada!” E nossas lindas noites de sono também voltaram.

Claro que nada é perfeito. Ela me acorda com chutes, rolando pra lá e pra cá, com seu “sonambulismo” fofo, mas ainda assim é mil vezes menos cansativo do que mantê-la no berço.

Então a dica é: sono do dia é no berço! De noite, a maravilhosa cama compartilhada, com direito a abraços deliciosos.

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