Zzzziiiiiiiiiiiiiiiiiin

Prevenção de zicaDica do papai: Família caça-mosquito.

pai de primeira viagemToda noite aqui em casa, na hora de dormir, passamos pelo mesmo ritual: a mamãe tira a Bia do quarto, eu entro de peito estufado, cheio de ousadia e coragem, e só saio depois de eliminar o maior número possível de pernilongos.

Moramos no primeiro andar e às vezes, em uma só noite, encontramos mais de dez “borrachudos” no quarto. E as picadas, além do inconveniente dos calombos que dão coceira, podem trazer doenças, como zika e dengue (isola, rs!). Ou seja, não dá para ignorar a presença da mosquitada – ainda mais com aquele zumbido insuportável no ouvido.

Contra mosquitos já tentamos de tudo: citronela, incenso, mosquiteiro… E nós evitamos produtos químicos, pois até os 6 meses do bebê não é recomendado. Então o que sobrou foi a boa e velha raquete eletrizada.

Confesso que consigo me divertir, porque não há nada mais gratificante do que dar um choquinho nessas muriçocas danadas… Que a Sociedade Protetora dos Animais me perdoe, mas faço 99% pelo bem-estar da família… com aquele 1% de “sadismo”, rs.

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Vai que é sua, papai!

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-amamentacao-bebe-engatinhandoDica do Amigo Revisor: Vai que é suuuua, papai.

revisor amigo dos pais de primeira viagemAssistir aos primeiros passinhos do bebê é um momento muito bonito na vida do papai e da mamãe. O prazer de acompanhar a evolução do filho, a resposta dele aos estímulos, seus primeiros sorrisos, sua capacidade de apanhar objetos, os primeiros sons emitidos, as palminhas, e de repente as costas eretas, a criança começa a engatinhar e pronto — está ensaiando ficar de pé.

A casa, que antes era, sobretudo, lar do casal, aos poucos se torna de fato o lar do soberano bebê (e os pais viram meio que inquilinos, aquele pessoal que ocupa um quarto na casa e tem que falar baixo pra não incomodar, rs). Tudo é pensado para o bem-estar da criança e então começam aquelas preocupações: manter objetos potencialmente perigosos fora do alcance, afastar os móveis com quina, aspirar obsessivamente o carpete, providenciar tampas para as tomadas, essas coisas. Mas nada, meus amigos, nada me pareceu até então mais assustador do que a habilidade super-heroica de os bebês, de um dia para o outro, começarem a saltar pela casa, como se pudessem voar. É sinistro.

O sofá e a cama não parecem altos o suficiente a ponto de intimidar a Milena: ela desenvolveu técnicas espantosas para alcançar o chão e poder correr pela casa. Às vezes, ela alcança o chão com mais velocidade do que o esperado (e tome galo na testa, e dá-lhe berreiro), mas, no geral, se vira muito bem escalando, saltando obstáculos, pulando, explorando. E, claro, esse sucesso todo se deve à nossa diligência; eu e a mãe dela temos de ficar de olho no ímpeto aventureiro da guria e não raro a gente também acaba dando saltos fantásticos pra aparar aquele corpinho fofo e impedir que ela se espatife (senão tome galo na testa, e dá-lhe berreiro de novo).

A dica de hoje então é: olho-vivo e atento no bebê quando ele estiver em lugares altos. E condicionamento físico em dia, pro caso de ser necessário dar um rasante pra agarrar seu guri. Vai que é suuuuua, papai!

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