Entretendo o Bebê no trânsito

entretendo o bebe no transito

Dica da mamãe: Entretendo o Bebê no trânsito.

mamãe de primeira viagemE aí estamos numa longa viagem de carro quando o bebê fica entediado, mesmo estando bem confortável e seguro na cadeirinha…

O ideal é tentar programar a soneca para a hora da viagem, ou seja, brinque com o bebê antes de entrar no carro e tente mantê-lo acordado. Assim, quando o colocar na cadeirinha, ele já estará sonolento.

Mas uma hora ele vai acordar, então previna-se:

  • Mantenha por perto biscoitinhos, bolachas ou algo parecido para que o bebê possa ficar entretido mastigando.
  • Tenha à mão uns brinquedinhos de apertar e fazer barulho (desespero dos pais e diversão garantida para os pequenos).
  • Coloque músicas divertidas ou equipamentos audiovisuais acoplados no banco de trás com vídeos infantis. (Nós éramos contra até fazer a primeira viagem. A vida materna é cheia de surpresas…)

Dica: Às vezes, basta apenas trocar de música para que o bebê pare de chorar. Resumindo, tente fazer com que a viagem seja divertida, programe algumas paradas e converse com seu bebê ao longo do caminho.

Mas muito cuidado! Se o bebê chorar muito, evite virar para trás para tentar acalmá-lo. Muitos acidentes acontecem dessa forma. O melhor é parar o carro e ver o que está acontecendo.

segurança no trânsito

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Hora de quietinho

bebe dormindo no berço

Dica da mamãe: inquietação

mamãe de primeira viagemDepois de toda a canseira, você finalmente põe o bebê para dormir no berço. É aquela cena linda de comercial de TV: bichinhos fofinhos, bebê embrulhadinho como uma boneca. Você apaga as luzes e sai com a sensação de dever cumprido.

Só que o bebê passa o dia inteiro engatinhando para tudo quanto é lado. Faz uma grande bagunça na casa toda e quando chega a hora de dormir você acha que ele finalmente vai ficar ali, quietinho, dormindo bonitinho… Só que não.

Até dormindo o bebê é inquieto!

Alguns minutos depois, você volta para ver se está tudo bem e parece até que houve um furacão no berço. Como pode uma criaturinha tão pequena fazer tamanha zona!

O jeito é se acostumar, pois eles são assim mesmo. E o incrível é que até dormindo eles conseguem nos fazer sorrir!

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Hora de mimir… pra quem?

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-3-da-madrugaDica do Amigo Revisor: Bêbado… de sono.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOutro dia estava aqui na frente do computador fazendo o meu serão de sempre (corrigindo os textos da Família Pipipum) e me deu um baita sono. Mas um baita sono. Eu me peguei lendo a mesma linha de texto duas, três, quatro vezes, mas não conseguia entender do que se tratava. Em algum momento me distraí e, quando percebi, havia escrito daslkgsdfasdh~lgsaf. Tomei um susto: eu havia cochilado enquanto digitava. Ou seja, deu a minha hora e eu tava lá, lutando pra permanecer desperto, mas não dava mais, pessoal. Achei melhor marcar o texto e ir dormir, pra prevenir “acidentes”.

Mas o bebê acha melhor ficar acordado. Sempre vai achar. E dormir que nada: agora que ficou de pé e consegue andar direitinho, a Milena não quer outra vida. E chega um momento do dia em que ela começa a dizer “Rua, RUA”, e a gente diz “Dormir, DORMIR”. Ela quer mais é correr por aí. Ontem mesmo estava perturbando pra dar uma volta, mas (além do tempo ruim, muito frio e chuva) era indisfarçável aquela vontade cada vez mais irresistível de fechar os olhos (e, com sorte — NOSSA sorte –, só acordar no dia seguinte). Mas ela resistia. Sempre resiste. Quando o sono aperta, ela começa a trocar os pés, se apoiar nos móveis e, vez ou outra, cair sentada. “Vamos DORMIR”, a mãe dizia, “você tá com sono, garota”, e pegava a guria no colo, mas COMO a Milena se debatia, meus amigos, parecia querer fugir da cadeira de um dentista açougueiro.

Mas o bebê tem que dormir, pro papai e a mamãe também conseguirem dormir mais tarde. Por mais que a criança insista em ficar acordada, “brigando” com o sono, é importante que durma na hora certa. Da mesma forma que não é bom dormir cedo demais, tarde demais também obriga os pais a continuarem acordados, além de alertas com os “perigos de colisão”: ontem a Milena deu uma trombada no rack da casa da vovó que fez a gente quase enfartar de susto. Ou seja, essa insistência acaba desregulando o sono de todo mundo — e, eventualmente, causando alguns hematomas…

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Leãozinho

ataque de fúria

Dica da Mamãe: Muita atenção

mamãe de primeira viagemFaz pouco menos de um mês que a Bia, uma bebê tão calminha, começou a ter ataques de fúria. Isso mesmo: fúria. Num momento está brincando toda feliz e um segundo depois parece um leãozinho.

No começo achava bonitinho, mas os ataques foram piorando até que começou a atacar as pessoas: ela morde, arranha, belisca, puxa o cabelo. Meu bebê anjo virou um bebê selvagem. Então comecei a suspeitar que aquilo devia ser algum tipo de aviso e fui procurar saber o que era. Minhas suspeitas se confirmaram.

Há alguma semanas falamos sobre um livro infantil chamado “Tenho monstros na barriga” da autora Tônia Casarin. E me surpreendi como o livro será realmente útil. O livro busca ensinar as crianças a entender seus sentimentos e expressa-los através de palavras.

O que está acontecendo com a Bia é exatamente isso. Ela é invadida por uma onda de sentimentos que vão de sono, fome, cansaço, super estímulo… E não sabe como se expressar, terminando assim num ataque de fúria.

O que fazer nesses casos?

Primeiro, se coloque no lugar do bebê e tente observar a causa do “ataque” que pode ser uma necessidade não atendida como sono. Depois tire-o do ambiente e quando se acalmar, tente explicar o que ele estava sentindo através de palavras. Abrace-o e converse mesmo que aparentemente ele não entenda. Diálogo é sempre o melhor caminho.

Obviamente não é tão simples assim. Exige muita paciência e calma dos pais, pois afinal, ter uma criança é entrar numa grande escola de como ser paciente.

O Paizinho Vírgula também tem um texto legal sobre isso bem aqui.

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Agarradinha

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-amamentacao-sos-chicleteDica da mamãe: deixar chorar um pouquinho não mata.

mamãe de primeira viagem

A partir dos 6 meses, alguns bebês podem entrar numa fase chamada “angústia de separação”: é quando o bebê chora ao se afastar da mãe, mesmo na presença de mais gente. Isso se dá porque a figura materna é a referência de segurança, conforto e alimentação. É uma fase muito importante – a criança está desenvolvendo seu lado cognitivo e agora percebe que ela e a mãe não são uma pessoa só. Isso causa ansiedade e medo do abandono.

Essa fase “chicletinho” é bem complicada, ao mesmo tempo que é uma delícia ter seu bebê ali grudadinho e cheio de amor pela mamãe.

Estamos tentando reduzir o grude passando alguns fins de semana na casa de parentes e deixando eles brincarem com a Bia enquanto eu saio de fininho por uma ou duas horas. No entanto, descobri que essa “saída à francesa” só piora as coisas. O ideal é sempre que sair dizer “tchau” e falar olho no olho (na mesma altura) com o bebê para que ele entenda que você vai sair mas vai voltar. Encher de beijinhos e abraços pode ajudar um pouquinho também.

Quando preciso fazer alguma coisa, deixo a Bia no berço com os seus brinquedos, mas até assim ela chora muito. E nessa horas nem o colo do papai é suficiente. Detesto deixar a minha filha chorando, mas tô me esforçando ao máximo pra ser uma mãe melhor. No entanto, às vezes, mesmo que seja de partir o coração, não tem jeito, é preciso deixar o bebê chorar um pouquinho – até mesmo pra conseguir ir ao banheiro em paz, né, rs.

Como ela já compreende muita coisa, está ficando manhosa e birrenta. Nesse caso, quando não é sono, fome ou incômodo com a fralda suja, não se sinta culpada pelo choro da criança. Aos poucos, estamos tentando ensinar a ela que a mamãe precisa sair um pouquinho e que logo, logo voltará pra enchê-la de beijinhos.

Fonte: Babycenter

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