Say my name!

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-mae-da-bia-maternidadeDica da mamãe: para refletir.

mamãe de primeira viagemUm dos fatos da maternidade é que o nome da mamãe ou do papai raramente será lembrado depois do nascimento do bebê. Acostume-se! Não tem como lutar contra. Por quê? Vamos refletir.

Você vai à pracinha com seu bebê e conhece outros lindos bebês e suas respectivas mamães e papais. Você pergunta o nome de todos e também diz o seu. Todos se divertem e conversam bastante. Então chega a hora de ir pra casa, pois seu filho já está cansado, e quando você vai dar tchau… Como era o nome dos adultos mesmo? Sim, você vai lembrar o nome de todos os bebês, porém os dos responsáveis…

Acreditamos que isso aconteça porque dedicamos tantas horas ao bebê que acabamos virando uma extensão deles, ou seja, o bebê é o personagem principal e os pais apenas os auxiliares dele.

Também conhecemos tanta gente na pracinha que acabamos não conseguindo guardar toda a informação… Assim, viramos mamãe do fulano e papai do sicrano, que convenhamos, é muito mais fácil de lembrar!

Então não fique chateado se a partir de agora as pessoas não te chamarem pelo seu próprio nome. Com a maior convivência, isso melhora. Entretanto, eu mesma já me peguei dizendo “Oi, sou a mãe da Bia”, rs.

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Trabalhando…

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Dica do amigo revisor: Trabalho em casa.

revisor amigo dos pais de primeira viagemOutro dia eu tava aqui, na madruga, no plantão do freelancer, com um texto enorme – e chato – pra ser entregue no dia seguinte. Bem, não me chamam de “Amigo revisor” à toa: eu corrijo e edito textos, como os do Pipipum, aliás. Já tinha estourado um prazo e não podia perder de novo a data pra enviar o material. Deixei a TV ligada, no mudo, enquanto espancava o teclado, cortando pronomes e jogando no lixo advérbios desnecessários. De vez em quando eu dava uma olhada no filme – Cemitério maldito, aquele em que um bebezinho vira um morto-vivo e massacra a família inteira. Justamente na cena em que o guri engatinha pela casa com um bisturi na mão, depois de mutilar o vovô, eu dou um pulo danado, seguido de um grito medonho: a MILENA me aparece na sala, do nada, engatinhando do meu lado, rindo pra caramba. Ela acordou no meio da noite, levantou e resolveu dar um rolé pelo apartamento enquanto a mamãe tava ferrada no maior ronco e o papai aqui trabalhando. Rapaziada, eu quase enfartei, tou dizendo…

Como trabalho em casa, tenho horários meio loucos – como o Filipe e a Su (o papai e a mamãe da Família Pipipum). Eu juro que tento, mas muitas vezes – muitas MESMO – é difícil não estar trabalhando quando a Milena chega do berçário com a mamãe. Até nos fins de semana acontece de eu estar pegado com os frilas e aí não tem jeito: não consigo dar aquela atenção necessária pra guria. Falo isso de coração partido, principalmente porque sei que quem trabalha precisa reservar um tempo pra família, ainda que isso exija sacrificar a “produtividade”.

Claro, num mundo perfeito, eu vou cultivar os hábitos corretos e fazer tudo o que tenho de fazer num horário planejado. Mas nem sempre é assim que funciona – eu diria que, pra minha infelicidade, quase nunca é assim, aliás. Mas gente, gente… não pode ser assim. Vocês, meus amigos freelancers, têm uma vida de verdade pra tocar e seu ofício é apenas mais um trabalho que, como qualquer outro, exige certa disciplina. Tem de haver negociação. E o bom freelancer precisa se organizar pra não acabar com a pressão alta, dormindo só duas horas por dia e consumindo toda a cafeína disponível nesta dimensão.

E eu ainda tenho uma colher de chá, digamos: passo o dia sozinho, sem distrações. Mas a Su e o Filipe, por exemplo, têm de se desdobrar pra cuidar da Bia. A Suzani precisa parar o trabalho e dar atenção ao bebê enquanto o Filipe cozinha; e então o Filipe troca com a Su pra ela conseguir fechar outro frila. É um baita malabarismo, apesar de ser gratificante poder estar em casa e acompanhar de pertinho o crescimento do seu bebê. Mas meus amigos… que sufoco.

Nos dois casos, a palavra-chave é a mesma: organização. Anote suas obrigações numa agenda; projete metas diárias; não pule refeições; durma bem, na hora certa. Saiba dividir com o parceiro as responsabilidades e o momento de dar atenção aos filhos – na impossibilidade de os dois estarem disponíveis ao mesmo tempo, claro. E não desanime, poxa vida. Ninguém disse que ia ser fácil. Mas só você sabe o quanto te dá prazer ficar numa boa com o seu filho (e com os trabalhos em dia, pra pagar as contas sem susto, rs).

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