O sogrão

o sogrão

Dica da mamãe: menos é mais!

mamãe de primeira viagemRecentemente estávamos meio sumidos porque fomos visitar a minha família no Amapá(sim, sou amapaense!rs) e como todo genro, o papai tentou agradar o sogrão de todas as formas: bebidas, pratos especiais, papos interessantes, presentes…

O sogrão tem fama de durão, mas não é por menos, sempre trabalhou muito para sustentar a grande família! Quatro filhas e mais 3 enteados não é fácil não!

Mas o melhor presente que o papai pode dar foi ter levado a Bia para ele conhecer! Aí acertou em cheio!

Para quem não sorria muito, o sogrão parecia outra pessoa! Se animou até a nadar no rio com a netinha que por sinal se divertiu muito!

Faziam dois anos que não ia para lá.
Fomos recebidos com festa! Comi tanto que voltei mais “fofinha”. Foi muito gostoso visitar irmãs, avós, tios, primos e amigos. Fui matar a saudade e voltei com mais ainda!

Cada um ficou com um pedacinho do nosso coração!💚💙💛

Aguarde que em breve faremos alguns posts sobre a viagem ao Amapá!
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A nova fronteira

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-rococoDICA DO AMIGO REVISOR: A nova fronteira.

Quando o bebê começa a andar, a gente acha o máximo. E é tão de repente, né. Primeiro a criança me aparece com aqueles rolamentos de urso panda; em seguida, sai engatinhando pela casa como se tivesse rodinhas; por fim, quando menos se espera, já tá de pé, e ligeira, e cheia de curiosidade pra explorar os ambientes.

Quando compramos os móveis da casa, infelizmente não levamos em conta a Milena. Está tudo ao alcance dela: o rack com os videogames, as prateleiras de filmes e jogos, as estantes de livros e histórias em quadrinhos. Outro dia encontrei a página de um livro rasgada e me lembrei daquele pedacinho de papel que vi na mãozinha da guria semanas antes. Doeu, viu. A próxima etapa da exploração tem se desenrolado verticalmente, pro nosso desespero: a Milena vive tentando subir nos móveis. Já sobe e desce do sofá, das cadeiras, da cama… O alvo agora é o rack. E ela é perseverante, viu;

mesmo percebendo que não vai conseguir escalar o móvel, ela ergue a perninha ao máximo pra depois dar um tempo, na maior frustração. Mas, claro, quando a gente vai ver, tá lá a garota de novo. Os móveis na casa da vovó têm sido o alvo preferido da Milena: a mesinha de centro com tampa de vidro e o rack, que a minha sogra enche de bonecas pra impedir que a guria tente subir. Mas ela tenta, obviamente, e é aquele corre-corre pra tirar os porta-retratos do alcance dela, afastar o telefone, retirar os bibelôs, esconder os controles remotos… E a minha sogra às vezes diz pra Milena (na verdade, dizendo pra mim): “Milena, não sobe aí, seu pai vai ter que pagar o que você quebrar”, rs.

Eu ia dar uma dica, mas não tem dica. É ficar de olho no bebê e torcer pro prejuízo ser pequeno…

PS: Ainda não comprou o presente para o dia dos pais? Que tal uma caneca Pipipum?

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Vovô

pais-de-primeira-viagem-bebe-gravidez-amamentacao-vovo-malucoA Bia tem um vovô maluco que usa um belo cavanhaque. Um dia, ele foi dar um beijo no rostinho dela e a Bia se assustou e chorou (deve ter espetado). Ele ficou muito chateado, mas logo depois ela já estava toda toda com ele. Veja a dica do Amigo Revisor sobre a visita do vovô da Milena.

Dica do Amigo Revisor: Ei, vamos visitar a Milena

revisor amigo dos pais de primeira viagemQuando a gente sai por aí com a Milena, é uma festa. Com aqueles dois dentinhos salientes na parte de baixo, todo mundo quer falar com a guria, mandar beijo, brincar um pouquinho, dar tchau… E ela não sabe pra onde olhar, porque quer ver as pessoas e chamá-las, observar o que está acontecendo. Eu costumo dizer que a minha filha é uma criança “altamente sequestrável” (isola, pessoal, isola): a garota dá trela pra qualquer um, pô. Só falta pular no colo dos outros.

E, claro, com a família não é diferente. Nos fins de semana na casa dos avós maternos ela é a estrela, principalmente quando os padrinhos e a priminha aparecem. Até pra tirar foto ela arreganha aquela boquinha meio banguela e dá uma risada gostosa que nem sei explicar (e, claro, os amigos que estão lendo estas modestas palavras podem imaginar o papai aqui já com os olhos marejados, só suspiros, e eu garanto que é por aí mesmo, viu). Ou seja, com ela não tem tempo ruim.

Sendo tão receptiva, no entanto, a gente não entendeu nada quando ela estranhou o vovô paterno na sua última visita.

A campainha tocou aqui e peguei a Milena no colo pra abrir a porta. Abri só uma frestinha, pra ela olhar quem estava do lado de fora. Ficou muda. O vovô chegou rindo, brincando com ela, mas… a guria ficou bolada, me abraçou e chorou, pra decepção do meu pai. Ele não é um avô ausente, mas não mora muito perto, de modo que as visitas acabam sendo apenas eventuais. Pra limpar a barra dele em relação a isso, aliás, devo dizer que a gente também não o visita muito. De qualquer forma, há outros parentes que nós não vemos com tanta frequência e que a Milena não estranha. Sem falar que eu sou a cara do meu pai (não tão bonito, nem tão esbelto, admito). Então o que houve?

Bem, pra sorte do vovô, e como recompensa por ter vindo de longe e perseverado na corte à neta, conforme a tarde ia avançando, a Milena se mostrou mais atirada e no fim do dia foi no colo do meu pai — rapidinho, mas foi. Brincou um pouquinho com ele, tirou foto, mostrou os dentinhos e, já mais saidinha, desgrudou um pouco de mim. No fim das contas, valeu pela luzinha amarela acesa: tem que ver a Milena com mais frequência, vovô. E, pro papai aqui, o lembrete de que tem que levar a Milena pra ver o vovô mais vezes também. Sobrou mea-culpa pra todo mundo…

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